
Novelas de Geraldo Vietri na
TV Tupi:
- 1978 João Brasileiro, o Bom
Baiano, diretor e supervisor
- 1976 Os Apóstolos de Judas, autor e
diretor
- 1975 Meu Rico Português, autor e diretor
- 1972 Vitória
Bonelli, autor e diretor
- 1971 A Fábrica,
autor e diretor
- 1971 A Selvagem,
autor e diretor
- 1969 Nino, o Italianinho, autor e diretor
- 1968 Antônio Maria, autor e
diretor
- 1967 Os Rebeldes, autor e diretor
- 1967 Paixão proibida, diretor
- 1967 A Ponte de Waterloo, autor e
diretor (remake)
- 1967 A Intrusa, autor
e diretor
- 1967 Angústia de amar, diretor
- 1966 Ciúme, diretor
- 1966 A Ré
Misteriosa, autor e diretor
- 1966 A Inimiga, autor
e diretor
- 1965 Um rosto perdido, diretor
- 1965 A outra,
diretor
- 1965 O
cara suja, diretor
- 1965 Teresa, diretor
- 1964 O
Sorriso de Helena, diretor
- 1964 Quando o amor é mais forte,
diretor
- 1964 Se o mar contasse, diretor
- 1964 A
gata, diretor
- 1964 Alma Cigana,
diretor
- 1963 Klauss, o loiro, autor e diretor
- 1963 Moulin Rouge, a vida de
Tolouse Lautrec, autor e diretor
- 1963 Terror nas trevas, autor e diretor
- 1963 A sublime aventura, autor e diretor
- 1963 As chaves do reino, autor e diretor
- 1962 Prelúdio, a vida de Chopin, autor e diretor
- 1962 A única verdade, autor e diretor (remake)
- 1962 A estranha Clementine, autor e diretor
- 1962 A noite eterna, autor e diretor
- 1959 Adolescência, autor e diretor
- 1959 A Ponte de Waterloo, autor
- 1958 A única verdade, autor
-
- Geraldo Vietri (São Paulo, 1927 - São
Paulo, 1996) foi um diretor e dramaturgo brasileiro.Personalidade controversa dentro da televisão, pioneiro, de temperamento
difícil e politicamente conservador, Geraldo Vietri começou sua carreira na TV Tupi, em 1958, quando um de seus textos, Este Mundo é dos
Loucos, foi aprovado e produzido pela emissora paulista. Depois disso,
Geraldo viria a ser contratado para trabalhar no TV de
Comédia, como autor e diretor.
Ainda da década de
50, Vietri começou a produzir telenovelas ainda não-diárias. Em Alma Cigana, Vietri atuou
como diretor. Dois anos depois, escreveu A Inimiga, adaptação de um original
argentino.
Grandes sucessos
Mas os maiores sucessos de Geraldo Vietri, ainda não tinham sido produzidos,
ele alcançou sucesso e projeção nacional com as telenovelas Antônio Maria e
Nino, o
Italianinho, duas marcas registradas de sua trajetória pelo mundo das
telenovelas, além destas duas, também escreveu Meu Rico Português, última novela a
derrotar a Rede Globo no
horário das 19h, feito imbatível durante muito tempo.
Outro grande sucesso foi Vitória Bonelli, intensa história de
decadência econômica e superação ambientada na colônia italiana de São Paulo que contou com um
memorável desempenho de Berta
Zemel no papel-título. Com a falência da TV Tupi, Geraldo Vietri foi contratado por várias
outras emissoras, dentre elas a Rede Bandeirantes, Rede Manchete e CNT.
Vietri também produziu para o cinema,
usando em seus elencos os mesmos amigos que atuavam em suas novelas na TV Tupi.
Como exemplo, Senhora (1976), com Elaine Cristina e Paulo Figueiredo, e
Tiradentes, o mártir da Independência, do mesmo ano, com Adriano Reys. Contudo, não
obteve no meio a mesma qualidade e a mesma repercussão de suas incursões na TV,
estabelecendo-se, meramente, como um artesão de produções comerciais.
No cinema, Vietri mencionou pela única vez sua própria homossexualidade. No
filme Os imorais, de 1979, mostrou de
forma positiva o amor entre dois rapazes.Vietri faleceu em agosto de 1996 vitimado por uma broncopneumonia aos 66 anos de idade.
Outras emissoras que Vietri produziu novela:
CNT
- 1996 Antônio dos Milagres, autor
- 1996 Irmã
Catarina, co-autor
- 1995 A
Verdadeira História de Papai Noel, autor
Rede Manchete
Rede Bandeirantes
TV Cultura
Rede Globo